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OBRAS NA PONTE DO RIO GRANDE SEGUEM E VOLUME DA REPRESA DEVE SUBIR LOGO QUE ESTEJA CONCLUÍDO ATERRO DO ARRIMO

Prazo de 30 dias para redução autorizada do nível da represa deve ser cumprido após aterro ser feito, após concretagem que já terminou

publicado em 05/11/2019

O Gabinete do Prefeito de Rifaina, Hugo César Lourenço, tem acompanhado diariamente o andamento das obras de reestruturação da cabeceira da ponte sobre a represa do Rio Grande, na divisa entre os estados de SP e MG, cuidando para evitar que a redução do volume de água prejudique os turistas que visitam a cidade e que mantém ranchos às suas margens.

Na manhã desta terça-feira, o Secretário de Governo da Prefeitura, Alcides Diniz dos Santos – Cidinho – visitou as obras e constatou que o serviço de concretagem foi concluído e aguarda a secagem, para que então sejam concluídos os serviços.

Para a conclusão, após esta concretagem, ficará faltando os serviços de aterro até os muros de concreto que foram construídos, o que deve levar, no máximo, em torno de suas semanas, segundo informações obtidas pela Prefeitura de Rifaina.

“Por enquanto, segundo o Hidrelétrica Engie Jaguara, não é possível liberar que o nível do rio suba, pois a cota de 557 metros ao nível do mar, será mantida até que os serviços de concretagem sequem, mas o que podemos informar é que os serviços devem ser concluídos antes do período previsto”, disse Cidinho.

A preocupação é que o prazo concedido pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) para que o nível de água da represa seja mantido baixo pela Hidrelétrica Engie-Jaguara é de 30 dias, mas as primeiras informações de que as obras terminem antes disso são positivas.

“Vamos continuar acompanhando o ritmo das obras de forma que os prazos sejam realmente cumpridos pelo DER para que não haja mais prejuízos ao turismo de nossa cidade”, disse o Prefeito Hugo César Lourenço.

Quanto ao trânsito na ponte, desde o início das obras ele segue normal, nas duas vias (tanto no sentido Rifaina-Sacramento quanto no sentido inverso), pois os serviços não exigiram qualque interferência no tráfego de veiculos leves ou pesados.