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GRUPO BEM VIVER PARTICIPA DE MAIS UMA ETAPA DO PROJETO LEITURA DA CASA DA CULTURA

- Desta vez, o foco da palestrante Ana Cláudia dos Santos foi a poesia do escritor mineiro de Carlos Drummond de Andrade -

publicado em 27/10/2017

A Casa da Cultura "Rui Reis", da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Rifaina viveu mais uma etapa do Projeto "Vivendo Histórias", ministrada por Ana Cláudia dos Santos, baseada no livro da escritora Ana Maria Machado, “Uma boa Cantoria”.

Interpretando poesias de Carlos Drummond de Andrade, o Grupo Bem Viver, do CRAS – Centro de Referência da Assistência Social – participou, ao mesmo tempo, da comemoração ao Dia Nacional da Poesia, a ser comemorado neste dia 31, tendo como personagem central, o mineiro Carlos Drummond de Andrade.

O Grupo Bem Viver

O CRAS - Centro de Referência da Assistência Social – da Prefeitura de Rifaina, com a coordenação da Assistente Social, Michele Silva, tem realizado um trabalho dos mais exitosos com as pessoas idosas e portadoras de necessidades especiais da cidade.

O Grupo de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, denominado “Bem Viver”, tem desenvolvido tais atividades com monitoramento de uma equipe bastante dedicada, nas áreas da saúde, cultura esporte e lazer, como a participação no Projeto Leitura, da Casa da Cultura.  

O Projeto leitura

O Projeto Leitura da Casa da Cultura Rui Reis, coordenado pela professora-pedagoga Rosélia Castro Borges, segundo a secretária de Cultura, Eliza dos Santos, é uma iniciativa que reúne diversos programas e segmentos da comunidade, principalmente nas áreas da educação e social, no saudável ato da leitura, envolvendo o ato de contar história, além de atividade lúdica, que amplia a imaginação e ajuda os participantes a organizarem sua fala, através da coerência e da realidade. O ver, sentir e ouvir são as primeiras disposições na memória das pessoas.

Contar histórias é uma experiência de interação. Constitui um relacionamento cordial entre a pessoa que conta e os que ouvem. A interação que se estabelece aproxima os sujeitos envolvidos.

Os contos enriquecem o espírito, iluminam o interior, e, ao mesmo tempo, tornam as pessoas mais protagonistas na resolução dos problemas e mais flexíveis para aceitar diferenças.